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25 fevereiro 2013

Oração pelo Papa Bento XVI

Eu Acredito! E tu?

Não faltes, junta-te neste momento de oração pela Igreja e pelo Papa no momento em que termina o seu pontificado.



João César das Neves

João César das Neves, uma figura muito conhecida da nossa sociedade e que estará connosco no próximo Festival Vicarial, escreveu no DN de hoje uma mensagem que vale a pena ler:

Ao lado do essencial

JOÃO CÉSAR DAS NEVES
DN 2013-02-25

Quando Jesus nasceu foi dito d'Ele: "Assim hão-de revelar-se os pensamentos de muitos corações" (Lc 2, 35). Parece que essa propriedade se mantém no Seu Vigário, pois muito do que se tem dito nestes dias acerca de Bento XVI manifesta mais a atitude pessoal de quem fala do que o problema que julga analisar.
A Igreja é a instituição mais comentada fora dela. Por todo o lado se proclamam opiniões taxativas sem lhe pertencer, ou sequer simpatizar. O Cristianismo é, sem dúvida, o tema com mais treinadores de bancada. Pelo seu lado o Papado, que é o seu elemento mais criticado, exerce a espantosa atracção que se vê. Não conseguem gostar dele, nem deixar de falar disso. O fenómeno merece análise.
É verdade que a Igreja Católica constitui uma realidade única no mundo. Existindo há 2000 anos, hoje com 1200 milhões de fiéis, é facilmente a maior e mais influente instituição da história. Bento XVI, o 265.º Papa, é também caso único. A mais antiga monarquia, a do Japão iniciada em 660 a. C., tem actualmente "apenas" o seu 125.º imperador, enquanto o Dalai Lama, que pode ser considerado o líder mundial mais parecido, é só o 14.º desde 1357. Em termos meramente estéticos e intelectuais é fascinante.
No entanto, essas análises incluem um elemento inesperado pois, em geral, os comentadores, sendo alheios, não fazem o menor esforço para entrar dentro da lógica daquilo que consideram. Mas não tomam isso como um obstáculo à qualidade do seu juízo. É evidente que quem emite opiniões sobre ciência, música, jardinagem ou alpinismo faz um esforço para entender essas entidades, mesmo que se mantenha exterior ao próprio. Ninguém escreve sobre indígenas do Pacífico, cinema japonês ou cultura punk sem procurar dominar o respectivo ponto de vista. No caso da Igreja isso não sucede, o que leva a generalidade dos críticos a pronunciar candidamente os dislates mais flagrantes, sem perceber que está totalmente ao lado da questão. O motivo desta situação é um fenómeno curioso.
Como se pode comprovar numa mera consulta dos jornais nos últimos dias, a grande maioria dos textos que se debruçaram sobre a decisão de resignação de Bento XVI nem sequer menciona aquele que foi, de longe, o factor mais decisivo no fenómeno que consideram: Deus. Concorde-se ou não, goste-se ou não da sua convicção, é evidente que Bento XVI tomou a sua decisão diante de Deus. Do mesmo modo, toda a Igreja recebeu a notícia como vinda de Deus, e espera do Senhor a continuação desta história. Ignorar isto é como discutir música sem som ou alpinismo sem montanhas.
Olhar para os recentes acontecimentos desta forma, ou seja a partir de dentro, muda completamente as conclusões. Bento XVI não renunciou por causa da Cúria, que é igual há séculos, ou devido a escândalos e ataques, iguais aos que acompanharam cada momento do pontificado. Nem sequer foi por motivos de saúde, apesar de o próprio os ter invocado. O seu gesto só aconteceu porque ele está plenamente convencido ser essa a vontade de Deus. Ele acha mesmo que é isso que aquele Senhor que segue atenta e minuciosamente em cada passo da vida há muito anos, e a quem entregou cada gota da sua existência, quer que ele faça.
Ver assim as coisas também muda totalmente as conversas que estes dias se multiplicam sobre o próximo Papa. Aqueles para quem essa eleição terá consequências, porque seguirão realmente na sua vida o novo "Cristo na terra", como lhe chamava S. Catarina de Sena, vêem as coisas de outra forma. Eles estão pouco preocupados se ele será europeu ou africano, jovem ou idoso, alegre ou reservado. Essas são as questões das escolhas na ONU ou Comité Olímpico, mas o Conclave nada tem a ver com isso.
Para os eleitores o propósito é, como diz a Constituição Apostólica que regula o processo, ter "em vista unicamente a glória de Deus e o bem da Igreja" (Universi Dominici Gregis, 83). Quanto ao resto dos católicos, eles estão menos preocupados em saber quem querem que o novo Papa seja do que em saber o que o novo Papa vai querer que eles sejam.

02 novembro 2012

Mensagem do Papa Bento XVI



Audiência Geral, na Praça de S. Pedro, no dia 24 de Outubro de 2012

"Queridos irmãos e irmãs,

Na quarta-feira passada, com o início do Ano da fé, dei início a uma nova série de catequeses sobre a fé. E hoje gostaria de meditar convosco sobre uma questão fundamental: o que é a fé? Ainda tem sentido a fé, num mundo em que ciência e técnica abriram horizontes até há pouco tempo impensáveis? O que significa crer hoje? Com efeito, no nosso tempo é necessária uma renovada educação para a fé, que inclua sem dúvida um conhecimento das suas verdades e dos
acontecimentos da salvação, mas sobretudo que nasça de um encontro verdadeiro com Deus em Jesus Cristo, do amá-lo, do ter confiança nele, de modo que a vida inteira seja envolvida por Ele.

Hoje, juntamente com tantos sinais de bem, aumenta ao nosso redor um certo deserto espiritual. Às vezes tem-se como que a sensação, a partir de certos acontecimentos dos quais recebemos notícias todos os dias, que o mundo não caminha rumo à construção de uma comunidade mais fraterna e mais pacífica; as próprias ideias de progresso e de bem-estar mostram também as suas sombras. Não obstante a grandeza das descobertas da ciência e dos êxitos da técnica, hoje o homem não parece ter-se tornado verdadeiramente mais livre, mais humano; subsistem muitas formas de exploração, de manipulação, de violência, de prepotência, de injustiça... Além disso, um certo tipo de cultura educou a mover-se só no horizonte das coisas, do realizável, a acreditar unicamente naquilo que se vê e se toca com as próprias mãos. Mas por outro lado, aumenta também o número daqueles que se sentem desorientados e, na tentativa de ir além de uma visão apenas horizontal da realidade, estão dispostos a crer em tudo e no seu contrário. Neste contexto sobressaem algumas interrogações fundamentais, que são muito mais concretas do que parecem à primeira vista: que sentido tem viver? Há um futuro para o homem, para nós e para as novas gerações? Para que rumo orientar as opções da nossa liberdade, para um êxito bom e feliz da vida? O que nos espera além do limiar da morte?

Destas interrogações insuprimíveis sobressai que o mundo da planificação, do cálculo exacto e da experimentação, em síntese o saber da ciência, embora seja importante para a vida do homem, sozinho não é suficiente. Temos necessidade não só do pão material, mas precisamos de amor, de significado e de esperança, de um fundamento seguro, de um terreno sólido que nos ajude a viver com um sentido autêntico também na crise, nas obscuridades, nas dificuldades e nos problemas quotidianos. A fé oferece-nos precisamente isto: é um entregar-se confiante a um «Tu», que é Deus, o qual me confere uma certeza diversa, mas não menos sólida do que aquela que me deriva do cálculo exacto ou da ciência. A fé não é simples assentimento intelectual do homem a verdades particulares sobre Deus; é um gesto mediante o qual me confio livremente a um Deus que é Pai e que me ama; é adesão a um «Tu» que me dá esperança e confiança. Sem dúvida, esta adesão a Deus não está isenta de conteúdos: com ela estamos conscientes de que o próprio Deus nos é indicado em Cristo, mostrou o seu rosto e fez-se realmente próximo de cada um de nós. Aliás, Deus revelou que o seu amor pelo homem, por cada um de nós, é incomensurável: na Cruz, Jesus de Nazaré, o Filho de Deus que se fez homem, mostra-nos do modo mais luminoso até que ponto chega este amor, até ao dom de si mesmo, até ao sacrifício total. Com o mistério da Morte e Ressurreição de Cristo, Deus desce até ao fundo na nossa humanidade, para lha restituir, para a elevar à sua altura. A fé é crer neste amor de Deus que não diminui diante da maldade do homem, perante o mal e a morte, mas é capaz de transformar todas as formas de escravidão, oferecendo a possibilidade da salvação. Então, ter fé é encontrar este «Tu», Deus, que me sustém e me faz a promessa de um amor indestrutível, que não só aspira à eternidade, mas também a concede; é confiar-me a Deus com a atitude da criança, a qual sabe bem que todas as suas dificuldades, todos os seus problemas estão salvaguardados no «tu» da mãe. E esta possibilidade de salvação através da fé é um dom que Deus oferece a todos os homens. Penso que deveríamos meditar mais frequentemente — na nossa vida quotidiana, caracterizada por problemas e situações por vezes dramáticas — sobre o facto de que crer cristãmente significa este abandonar-se com confiança ao sentido profundo que me sustém, a mim e ao mundo, àquele sentido que não somos capazes de nos darmos a nós mesmos, mas só de receber como dádiva, e que é o fundamento sobre o qual podemos viver sem temor. Temos que ser capazes de anunciar com a palavra e de mostrar com a nossa vida cristã esta certeza libertadora e tranquilizadora da fé.

Contudo, ao nosso redor vemos todos os dias que muitos permanecem indiferentes, ou rejeitam aceitar este anúncio. No final do Evangelho de Marcos, hoje temos palavras duras do Ressuscitado, que diz: «Quem crer e for baptizado será salvo, mas quem não crer será condenado» (Mc 16, 16), perder-se-á a si mesmo. Gostaria de vos convidar a meditar sobre isto. A confiança na acção do Espírito Santo deve impelir-nos sempre a ir e anunciar o Evangelho, ao testemunho corajoso da fé; mas para além da possibilidade de uma resposta positiva ao dom da fé há inclusive o risco da rejeição do Evangelho, do não-acolhimento do encontro vital com Cristo. Já santo Agostinho apresentava este problema num seu comentário à parábola do semeador: «Nós falamos — dizia — lançamos a semente, espalhamos a semente. Há aqueles que desprezam, aqueles que repreendem, aqueles que zombam. Se os tememos, não teremos mais nada para semear, e no dia da ceifa permaneceremos sem colheita. Por isso, venha a semente da terra boa» (Discursos sobre a disciplina cristã, 13, 14: pl 40, 677-678). Portanto, a rejeição não nos pode desencorajar. Como cristãos, somos testemunhas deste terreno fértil: apesar dos nossos limites, a nossa fé demonstra que existe a terra boa, onde a semente da Palavra de Deus produz frutos abundantes de justiça, de paz e de amor, de uma nova humanidade, de salvação. E toda a história da Igreja, com todos os problemas, demonstra também que existe a terra boa, que existe a semente boa, e dá fruto.

Mas perguntemo-nos: de onde haure o homem aquela abertura do coração e da mente, para acreditar no Deus que se tornou visível em Jesus Cristo, morto e ressuscitado, para acolher a sua salvação, de tal modo que Ele e o seu Evangelho sejam guia e luz da existência? Resposta: nós podemos crer em Deus, porque Ele se aproxima de nós e nos toca, porque o Espírito Santo, dom do Ressuscitado, nos torna capazes de acolher o Deus vivo. Então, a fé é antes de tudo uma dádiva sobrenatural, um dom de Deus. O Concílio Vaticano II afirma: «Para prestar esta adesão da fé, são necessários a prévia e concomitante ajuda da graça divina e os interiores auxílios do Espírito Santo, o qual move e converte a Deus o coração, abre os olhos do entendimento, e dá “a todos a suavidade em aceitar e crer na verdade”» (Constituição dogmática Dei Verbum, 5). Na base do nosso caminho de fé está o Baptismo, o sacramento que nos confere o Espírito Santo, tornando-nos filhos de Deus em Cristo, e marca a entrada na comunidade da fé, na Igreja: não cremos por nós mesmos, sem a prevenção da graça do Espírito; e não cremos sozinhos, mas juntamente com os irmãos. Do Baptismo em diante, cada crente é chamado a reviver e fazer sua esta profissão de fé, com os irmãos.

A fé é dom de Deus, mas é também acto profundamente livre e humano. O Catecismo da Igreja Católica afirma-o claramente: «O acto de fé só é possível pela graça e pelos auxílios interiores do Espírito Santo. Mas não é menos verdade que crer é um acto autenticamente humano. Não é contrário nem à liberdade nem à inteligência do homem» (n. 154). Aliás, envolve-as e exalta-as, numa aposta de vida que é como que um êxodo, ou seja um sair de nós mesmos, das nossas seguranças, dos nossos esquemas mentais, para nos confiarmos à acção de Deus que nos indica o seu caminho para alcançar a liberdade verdadeira, a nossa identidade humana, a alegria do coração, a paz com todos. Crer é confiar-se com toda a liberdade e com alegria ao desígnio providencial de Deus sobre a história, como fez o patriarca Abraão, como fez Maria de Nazaré. Então, a fé é um assentimento com que a nossa mente e o nosso coração dizem o seu «sim» a Deus, professando que Jesus é o Senhor. E este «sim» transforma a vida, abre-lhe o caminho rumo a uma plenitude de significado, tornando-a assim nova, rica de júbilo e de esperança confiável.

Caros amigos, o nosso tempo exige cristãos que tenham sido arrebatados por Cristo, que cresçam na fé graças à familiaridade com a Sagrada Escritura e com os Sacramentos. Pessoas que sejam quase um livro aberto que narra a experiência da vida nova no Espírito, a presença  daquele Deus que nos sustém no caminho e nos abre para a vida que nunca mais terá fim. Obrigado!

27 maio 2012

Mensagem de Pentecostes do Papa Bento XVI

Aqui fica a mensagem do Papa Bento XVI para o dia de Pentecostes:


"Queridos irmãos e irmãs!

A solenidade de Pentecostes, que hoje celebramos, conclui o tempo litúrgico da Páscoa. Com efeito, o Mistério Pascal – a paixão, morte e ressurreição de Cristo e a sua ascensão ao Céu – encontra o seu cumprimento na poderosa efusão do Espírito Santo sobre os Apóstolos reunidos juntamente com Maria, a Mãe do Senhor, e os outros discípulos. Foi o “batismo” da Igreja, batismo no Espírito Santo (cf. At 1,5). Como narram os Atos dos Apóstolos, na manhã da festa de Pentecostes, um ruído como de vento encheu o Cenáculo e sobre cada um dos discípulos desceram línguas como de fogo (cf. At 2,2-3). São Gregório Magno comenta: “Hoje, o Espírito Santo desceu com som improviso sobre os discípulos e mudou as mentes de seres carnais no interior do seu amor, e enquanto apareciam no exterior línguas de fogo, no interior os corações tornavam-se flamejantes, porque, acolhendo a Deus na visão do fogo, suavemente ardiam por amor” (Hom. in Evang. XXX, 1: CCL 141, 256). A voz de Deus diviniza a linguagem humana dos Apóstolos, os quais se tornam capazes de proclamar de modo “polifônico” o único Verbo divino. O sopro do Espírito Santo preenche o universo, gera a fé, arrasta à verdade, predispõe a unidade entre os povos. “Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar na sua própria língua” as “maravilhas de Deus!” (At 2,6.11).

O Beato Antonio Rosmini explica que “no dia de Pentecostes dos cristãos, Deus promulgou… a sua lei de caridade, escrevendo-a por meio do Espírito Santo não sobre tábuas de pedra, mas no coração dos Apóstolos, e por meio dos Apóstolos comunicando-a depois a toda a Igreja” (Catechismo disposto secondo l’ordine delle idee… n. 737, Torino 1863). O Espírito Santo, “que é Senhor e dá a vida” – como recitamos no Credo –, procede do Pai por meio do Filho e completa a revelação da Santíssima Trindade. Provém de Deus, como sopro da sua boca e tem o poder de santificar, abolir as divisões, dissolver a confusão devida ao pecado. Ele, incorpóreo e imaterial, dispensa os bens divinos, sustenta os seres vivos, para que ajam de acordo com o bem. Como Luz inteligível, dá significado à oração, dá vigor à missão evangelizadora, faz arder os corações de quem escuta a alegre mensagem, inspira a arte cristã e a melodia litúrgica.

Queridos amigos, o Espírito Santo, que cria em nós a fé no momento do nosso Batismo, permite-nos viver como filhos de Deus, conscientes e consentindo, segundo a imagem do Filho Unigênito. Também o poder de redimir os pecados é dom do Espírito Santo; de fato, aparecendo aos Apóstolos na noite de Páscoa, Jesus soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados” (Jo 20, 22-23). À Virgem Maria, templo do Espírito Santo, confiamos a Igreja, para que viva sempre por Jesus Cristo, da sua Palavra, dos seus mandamentos, e sob a ação perene do Espírito Paráclito anuncie a todos que “Jesus é o Senhor!” (1 Cor12,3)."

06 novembro 2011

O GJMM nas JMJ2011 em Madrid – Parte III

Continuamos a trazer mais um testemunho das JMJ2011. Podes ainda ler os textos anteriores clicando aqui e aqui.

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“Espero que todos tenhamos crescido de muitas formas nestes dias da JMJ. Vamos trabalhar para manter o espírito das jornadas no nosso dia a dia, continuando enraizados e edificados em Cristo, firmes na FÉ.”

23 outubro 2011

O GJMM nas JMJ2011 em Madrid – Parte II

Esta semana, continuamos a trazer mais um pequeno testemunho de quem foi às JMJ2011. Podes ler o texto anterior clicando aqui.

GJMM + Amendoins

“Jesus, porque será que ele existe? Será que sem Ele nós estávamos aqui? Obviamente que não e este amor nunca iria existir! Será que também sentiram emoção e até lágrimas nos olhos quando o Papa apareceu pela primeira vez nos ecrãs da grande Madrid? Eu sim e acreditem que até vi Jesus em seu nome e não há mais ninguém tão importante quanto Ele.

2 milhões de pessoas, 227 países, que poderia pedir mais a sua Santidade? Eu vi o grande sorriso dele bem resplandecente. AMO-TE JESUS! AHAH!

Firmes en la fé, na esperança e no amor!”

16 outubro 2011

O GJMM nas JMJ2011 em Madrid – Parte I

 

Como devem saber, alguns jovens do GJMM foram em Agosto às Jornadas Mundiais da Juventude em Madrid. Sendo uma experiência que a todos marcou, iremos ao longo das próximas semanas deixar pequenos testemunhos dos jovens que foram. Podes deixar a tua opinião na caixa de comentários em baixo.

GJMM nas JMJ2011

“Ao longo destes dias muitas coisas acontecem, muitas revelações são feitas, novos mundos são conhecidos e principalmente uma nova dimensão do “ser católico” é atingida! Tudo isto em “apenas” uma semana ... uma semana muito especial em que todos nos surpreendemos pela positiva.

As JMJ são uma “jornada” do caminho de cada cristão, um caminho quase obrigatório. Aliás quem o faz uma vez dificilmente não o repete. Esta é uma experiência incrível e inesquecível. Pessoas na rua a gritar, a cantar, a saltar por algo em que acreditam e que querem espalhar por todo o mundo. Depois de uma jornada destas fica sempre a questão: será a minha fé “mais firme”? Eu ACREDITO que SIM ... porque todas estas vivências, toda esta comunhão com o Mundo e com Cristo mostra o que a fé de uma multidão consegue fazer.

No fundo as JMJ são mais um desafio que Ele nos propõe, com todo o seu amor proporciona-nos estes maravilhosos momentos que fazem de todos melhores pessoas e que com toda a certeza do mundo ficarão marcados em todos os corações.

Se algum dia me perguntarem o que são as JMJ eu direi: “são o momento da tua vida, aproveita-o bem e cresce como cristão, aumenta a tua fé e DIVERTE-TE!!””

08 março 2011

Inscrições para as JMJ 2011

Olá a todos,

Relembramos a todos que as inscrições para as Jornadas Mundiais da Juventude serão feitas na próxima quinta-feira dia 10/03. O ponto de encontro será às 21h15 no salão de Mem Martins.

A trazer:

  • Número do Bilhete de Identidade / Cartão do Cidadão,
  • Boletim de Vacinas,
  • Grupo sanguíneo e nome de medicamentos caso tomem.

Continuação de boa semana.

15 novembro 2010

18 maio 2010

Homília do Papa Bento XVI na Eucaristia de 11/05 em Lisboa

Da homilia do Santo Padre no passado dia 11 de Maio no Terreiro do Paço em Lisboa ficam-nos estas palavras de ânimo e de convite:

«Quem acreditar em Jesus não será confundido.»

«Cristo está sempre connosco e caminha sempre com a sua Igreja, acompanha-a e guarda-a.»

«Aprendei a ouvir e a conhecer a sua palavra.»

«Vivei a vossa vida com alegria e entusiasmo.»

«Testemunhai a alegria desta sua presença forte e suave a todos.»

Podes descarregar a homília completa aqui.

17 maio 2010

Visita do Papa Bento XVI a Lisboa – Maio 2010

Olá,

Nos passados dias 11 a 14 de Maio de 2010, o Papa Bento XVI esteve em Portugal, mais concretamente em Lisboa, Fátima e no Porto.

No dia 11 de Maio, o GJMM esteve presente na Marcha do Parque Eduardo VII até ao Terreiro do Paço e na Eucaristia que aí se realizou, que foi presidida pelo Papa Bento XVI.

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Aqui fica o testemunho da Olímpia Domingues sobre esse dia:

"Bem, foi uma sensação muito agradável e gostei muito de lá estar. Gostei da Eucaristia e ver o Papa foi o momento mais alto com certeza. A marcha foi muito divertida até deu para aprender umas músicas inventadas para o Papa. Enfim foi uma tarde sem dúvida MARAVILHOSA. Valeu mesmo a pena, até porque é uma data histórica para a minha vida. Não é todos os dias que vimos um PAPA não é? Por isso, foi muito bom. Só tenho a dizer que quem não foi, perdeu um momento muito especial porque, para mim foi mesmo especial. Foi a primeira vez na história da minha vida que eu vi um Papa ao vivo e as cores. Bom, já chega, não quero escrever tudo o que senti, senão ainda fica um grande testamento e depois vocês aborrecem-se de tanto ler. Resumindo e concluindo, foi uma tarde sem igual gostei mesmo muito. Obrigada por tudo.”

Podem ver as fotos deste dia clicando aqui.

Boa semana.

30 abril 2010

Eu acredito – Últimos dias para te inscreveres

Informamos a todos que está quase a terminar o prazo para te inscreveres na Eucaristia com o Papa Bento XVI no dia 11 de Maio.

Inscrevam-se no link que está ao lado, ou falem com algum dos animadores até Domingo.

SP32-20100415-162804-1[1]

Até Domingo.

20 abril 2010

Será que conheces o Papa Bento XVI?

Será que conheces o Papa Bento XVI? Aqui fica o vídeo sobre o nosso Papa, que uns jovens da Universidade de Navarra fizeram.

De referir que fez ontem, dia 19 de Abril, 5 anos do seu pontificado. Esperemos que conte com muitos mais.

Não te esqueças de te inscreveres para estar com ele no dia 11 de Maio no Terreiro do Paço.

18 abril 2010

Eu Acredito – Visita do Papa Bento XVI a Portugal (Actualização)

Olá a todos,

Como foi anunciado na reunião deste Domingo, o Papa Bento XVI virá a Portugal entre os dias 11 e 14 de Maio.

O GJMM irá participar na Eucaristia que vai haver no Terreiro do Paço em Lisboa no dia 11 de Maio (terça-feira).

Estamos a combinar estar na Estação de Mem Martins às 13h e depois seguirmos até o Parque Eduardo VII, onde será iniciado o percurso até o local da Eucaristia.

O custo da inscrição desse dia é de 5€ e tens direito a uma T-Shirt alusiva a este dia.

Se quiserem se inscrever podem o fazer aqui até ao dia 01 de Maio.

Caso tenham dúvidas se tem aulas ou não nesse dia, por favor falem com os vossos directores de turma sobre esse assunto.

Mais informações sobre a visita do Papa a Portugal em http://www.eu-acredito.net

Alguma dúvida que tenham podem utilizar a caixa de comentários.

Actualização: A data limite para a inscrição é o dia 01 de Maio.

Boa semana.

06 abril 2009

Reunião 05 de Abril de 2009

Neste dia 5 de Abril, Domingo de Ramos e Dia Mundial da Juventude, o Papa Bento XVI enviou aos jovens de todo o Mundo uma mensagem onde o tema era a esperança.

Podem ver em baixo uma apresentação que se utilizou na reunião sobre a mensagem do Papa Bento XVI.

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Para lerem a mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial da Juventude na íntegra, podem clicar aqui.

Podem também deixar comentários ou dúvidas sobre esta mensagem na caixa de comentários.

Boa Semana Santa.