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02 abril 2013
Dia Vicarial
Lembra-te que é já este fim de semana que vai ter lugar mais um Dia Vicarial Jovem!
E se ainda pensas no que é que pode fazer com que não possas perder este acontecimento, relembramos-te que o programa vai contar com nomes como João César das Neves e Aura Miguel!
Vamos ter ainda a Eucaristia celebrada pelo nosso bispo D. Joaquim Mendes e, ao fim do dia, o muito aguardado Festival Vicarial que vai ser apresentado pelo Nuno Markl e pela Vanda Miranda.
Sim, esses mesmos, os das manhãs na Rádio Comercial.
Por isso, do que é que estás à espera? Marca já na agenda e corre a comprar o teu bilhete! Espera... A entrada é grátis... Por isso, do que é que estás à espera?!
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20 março 2013
25 fevereiro 2013
João César das Neves
João César das Neves, uma figura muito conhecida da nossa sociedade e que estará connosco no próximo Festival Vicarial, escreveu no DN de hoje uma mensagem que vale a pena ler:
É verdade que a Igreja Católica constitui uma realidade única no mundo. Existindo há 2000 anos, hoje com 1200 milhões de fiéis, é facilmente a maior e mais influente instituição da história. Bento XVI, o 265.º Papa, é também caso único. A mais antiga monarquia, a do Japão iniciada em 660 a. C., tem actualmente "apenas" o seu 125.º imperador, enquanto o Dalai Lama, que pode ser considerado o líder mundial mais parecido, é só o 14.º desde 1357. Em termos meramente estéticos e intelectuais é fascinante.
No entanto, essas análises incluem um elemento inesperado pois, em geral, os comentadores, sendo alheios, não fazem o menor esforço para entrar dentro da lógica daquilo que consideram. Mas não tomam isso como um obstáculo à qualidade do seu juízo. É evidente que quem emite opiniões sobre ciência, música, jardinagem ou alpinismo faz um esforço para entender essas entidades, mesmo que se mantenha exterior ao próprio. Ninguém escreve sobre indígenas do Pacífico, cinema japonês ou cultura punk sem procurar dominar o respectivo ponto de vista. No caso da Igreja isso não sucede, o que leva a generalidade dos críticos a pronunciar candidamente os dislates mais flagrantes, sem perceber que está totalmente ao lado da questão. O motivo desta situação é um fenómeno curioso.
Como se pode comprovar numa mera consulta dos jornais nos últimos dias, a grande maioria dos textos que se debruçaram sobre a decisão de resignação de Bento XVI nem sequer menciona aquele que foi, de longe, o factor mais decisivo no fenómeno que consideram: Deus. Concorde-se ou não, goste-se ou não da sua convicção, é evidente que Bento XVI tomou a sua decisão diante de Deus. Do mesmo modo, toda a Igreja recebeu a notícia como vinda de Deus, e espera do Senhor a continuação desta história. Ignorar isto é como discutir música sem som ou alpinismo sem montanhas.
Olhar para os recentes acontecimentos desta forma, ou seja a partir de dentro, muda completamente as conclusões. Bento XVI não renunciou por causa da Cúria, que é igual há séculos, ou devido a escândalos e ataques, iguais aos que acompanharam cada momento do pontificado. Nem sequer foi por motivos de saúde, apesar de o próprio os ter invocado. O seu gesto só aconteceu porque ele está plenamente convencido ser essa a vontade de Deus. Ele acha mesmo que é isso que aquele Senhor que segue atenta e minuciosamente em cada passo da vida há muito anos, e a quem entregou cada gota da sua existência, quer que ele faça.
Ver assim as coisas também muda totalmente as conversas que estes dias se multiplicam sobre o próximo Papa. Aqueles para quem essa eleição terá consequências, porque seguirão realmente na sua vida o novo "Cristo na terra", como lhe chamava S. Catarina de Sena, vêem as coisas de outra forma. Eles estão pouco preocupados se ele será europeu ou africano, jovem ou idoso, alegre ou reservado. Essas são as questões das escolhas na ONU ou Comité Olímpico, mas o Conclave nada tem a ver com isso.
Para os eleitores o propósito é, como diz a Constituição Apostólica que regula o processo, ter "em vista unicamente a glória de Deus e o bem da Igreja" (Universi Dominici Gregis, 83). Quanto ao resto dos católicos, eles estão menos preocupados em saber quem querem que o novo Papa seja do que em saber o que o novo Papa vai querer que eles sejam.
Ao lado do essencial
JOÃO CÉSAR DAS NEVES
DN 2013-02-25
Quando
Jesus nasceu foi dito d'Ele: "Assim hão-de revelar-se os pensamentos de
muitos corações" (Lc 2, 35). Parece que essa propriedade se mantém no
Seu Vigário, pois muito do que se tem dito nestes dias acerca de Bento
XVI manifesta mais a atitude pessoal de quem fala do que o problema que
julga analisar.
A Igreja é a instituição mais comentada fora dela.
Por todo o lado se proclamam opiniões taxativas sem lhe pertencer, ou
sequer simpatizar. O Cristianismo é, sem dúvida, o tema com mais
treinadores de bancada. Pelo seu lado o Papado, que é o seu elemento
mais criticado, exerce a espantosa atracção que se vê. Não conseguem
gostar dele, nem deixar de falar disso. O fenómeno merece análise.É verdade que a Igreja Católica constitui uma realidade única no mundo. Existindo há 2000 anos, hoje com 1200 milhões de fiéis, é facilmente a maior e mais influente instituição da história. Bento XVI, o 265.º Papa, é também caso único. A mais antiga monarquia, a do Japão iniciada em 660 a. C., tem actualmente "apenas" o seu 125.º imperador, enquanto o Dalai Lama, que pode ser considerado o líder mundial mais parecido, é só o 14.º desde 1357. Em termos meramente estéticos e intelectuais é fascinante.
No entanto, essas análises incluem um elemento inesperado pois, em geral, os comentadores, sendo alheios, não fazem o menor esforço para entrar dentro da lógica daquilo que consideram. Mas não tomam isso como um obstáculo à qualidade do seu juízo. É evidente que quem emite opiniões sobre ciência, música, jardinagem ou alpinismo faz um esforço para entender essas entidades, mesmo que se mantenha exterior ao próprio. Ninguém escreve sobre indígenas do Pacífico, cinema japonês ou cultura punk sem procurar dominar o respectivo ponto de vista. No caso da Igreja isso não sucede, o que leva a generalidade dos críticos a pronunciar candidamente os dislates mais flagrantes, sem perceber que está totalmente ao lado da questão. O motivo desta situação é um fenómeno curioso.
Como se pode comprovar numa mera consulta dos jornais nos últimos dias, a grande maioria dos textos que se debruçaram sobre a decisão de resignação de Bento XVI nem sequer menciona aquele que foi, de longe, o factor mais decisivo no fenómeno que consideram: Deus. Concorde-se ou não, goste-se ou não da sua convicção, é evidente que Bento XVI tomou a sua decisão diante de Deus. Do mesmo modo, toda a Igreja recebeu a notícia como vinda de Deus, e espera do Senhor a continuação desta história. Ignorar isto é como discutir música sem som ou alpinismo sem montanhas.
Olhar para os recentes acontecimentos desta forma, ou seja a partir de dentro, muda completamente as conclusões. Bento XVI não renunciou por causa da Cúria, que é igual há séculos, ou devido a escândalos e ataques, iguais aos que acompanharam cada momento do pontificado. Nem sequer foi por motivos de saúde, apesar de o próprio os ter invocado. O seu gesto só aconteceu porque ele está plenamente convencido ser essa a vontade de Deus. Ele acha mesmo que é isso que aquele Senhor que segue atenta e minuciosamente em cada passo da vida há muito anos, e a quem entregou cada gota da sua existência, quer que ele faça.
Ver assim as coisas também muda totalmente as conversas que estes dias se multiplicam sobre o próximo Papa. Aqueles para quem essa eleição terá consequências, porque seguirão realmente na sua vida o novo "Cristo na terra", como lhe chamava S. Catarina de Sena, vêem as coisas de outra forma. Eles estão pouco preocupados se ele será europeu ou africano, jovem ou idoso, alegre ou reservado. Essas são as questões das escolhas na ONU ou Comité Olímpico, mas o Conclave nada tem a ver com isso.
Para os eleitores o propósito é, como diz a Constituição Apostólica que regula o processo, ter "em vista unicamente a glória de Deus e o bem da Igreja" (Universi Dominici Gregis, 83). Quanto ao resto dos católicos, eles estão menos preocupados em saber quem querem que o novo Papa seja do que em saber o que o novo Papa vai querer que eles sejam.
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30 maio 2012
Festival Vicarial
O Festival Vicarial já foi mas continuamos a tê-lo muito presente!
Importa salientar o excelente trabalho que foi feito para criar uma música que agora temos como nosso hino e conquistou o prémio de melhor letra!
Para veres algumas fotos, carrega aqui.
Importa salientar o excelente trabalho que foi feito para criar uma música que agora temos como nosso hino e conquistou o prémio de melhor letra!
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02 maio 2012
Festival Vicarial
Aqui fica uma nova versão do filme que apresentámos no Festival Vicarial deste ano, agora com a música que levámos a concurso!
Este filme é mais um grande trabalho da autoria do Carlos Andrade!
Este filme é mais um grande trabalho da autoria do Carlos Andrade!
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15 abril 2012
Festival Vicarial
O Festival Vicarial já foi e o Grupo conquistou o prémio da melhor letra, para além de ter ajudado ao espectáculo em grande!
Foi um dia animado, repleto de alegria na companhia de outros jovens que partilham o nosso ideal.
Na apresentação do Grupo durante o Festival passou um filme com vários momentos nossos, da autoria do Carlos Andrade.
Foi um dia animado, repleto de alegria na companhia de outros jovens que partilham o nosso ideal.
Na apresentação do Grupo durante o Festival passou um filme com vários momentos nossos, da autoria do Carlos Andrade.
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01 abril 2012
Festival Vicarial
O Festival Vicarial está já aí à porta e tu não vais querer faltar!
Vamos ter um dia recheado de actividades, que começam com diversos workshops, seguidos de Eucaristia, jantar partilhado e o muito aguardado festival! E nós vamos ter uma música à abrilhantar a festa!
Por isso marca já na agenda o dia 14/04, em Agualva!
Por isso marca já na agenda o dia 14/04, em Agualva!
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Vigararia
27 maio 2011
Festival Vicarial Juvenil – 28/05/2011

O Festival Vicarial Juvenil vai ser no Sábado, dia 28 de Maio, às 21h45, no Cacém!
Tens aqui as indicações para chegares ao local.
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